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Trio de estudantes do PI conquista prata em olimpíada nacional de foguetes

Trio de estudantes do PI conquista prata em olimpíada nacional de foguetes Reprodução/Arquivo Pessoal Três alunos de uma escola particular de Teresina conquistaram, nesta quinta-feira (22), a medalha de prata na Olimpíada Brasileira de Foguetes 2026 (OBAFOG), promovida pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Antônio Rufino da Silva Sobrinho, João Gabriel Ribeiro de Carvalho, de 15 anos, e Edwaldo Rodrigues de Moura Neto, de 14 anos, garantiram a medalha após o min


Trio de estudantes do PI conquista prata em olimpíada nacional de foguetes Reprodução/Arquivo Pessoal Três alunos de uma escola particular de Teresina conquistaram, nesta quinta-feira (22), a medalha de prata na Olimpíada Brasileira de Foguetes 2026 (OBAFOG), promovida pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Antônio Rufino da Silva Sobrinho, João Gabriel Ribeiro de Carvalho, de 15 anos, e Edwaldo Rodrigues de Moura Neto, de 14 anos, garantiram a medalha após o minifoguete desenvolvido por eles atingir 145,3 metros de altitude. Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp O equipamento criado pelos jovens funciona com ar comprimido e água, sendo impulsionado pela pressão gerada por uma bomba de encher pneus. Agora no g1 Ao g1, a professora e orientadora Karoma Cristina explicou que, na etapa regional, o foguete do trio alcançou 101 metros, resultado que garantiu a classificação para a 95ª Jornada de Foguetes, realizada em Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, entre os dias 19 e 22 de outubro. "A organização publica o edital e estabelece uma marca mínima após analise. No nível 3, que era o deles, era necessário atingir pelo menos 90 metros. Eles conseguiram 101 metros e se classificaram para a etapa nacional", explicou. Além de Karoma, os alunos receberam orientação dos professores Lucas Batista e Franklin Rinaldo, que não puderam participar do evento. "Eles ainda estão em êxtase. Foram 82 equipes competindo nessa categoria, com representantes de todas as regiões do país. É uma sensação surreal. Eles também já estão empolgados para o próximo ano, quando disputarão outra categoria, com um modelo diferente de foguete. Agora queremos o ouro", brincou a professora. Segundo ela, fatores climáticos, como vento e umidade do ar, podem interferir diretamente no desempenho dos foguetes, o que torna necessários diversos treinos. Karoma contou que, antes da competição nacional, o trio realizou diversos lançamentos de teste em uma propriedade privada e no sítio da família de Antônio Rufino, em Teresina. "É um experimento, então tudo pode acontecer, inclusive nada. O foguete pode nem chegar a voar. Além de muito treino, existe também um fator de imprevisibilidade", afirmou. Durante o evento, os estudantes participaram de oficinas, aulas e novas atividades de lançamento. Ao todo, cerca de 300 alunos de todo o país estiveram presentes. "Para variar, muitos dos melhores resultados são do Nordeste. Por isso, a competição é muito acirrada. Ficamos muito felizes e orgulhosos", comemorou a professora. *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

Fonte: g1.globo.com

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