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Meta diz que canal 'Exército do Lula' não viola políticas da empresa

A empresa Meta afirmou nesta sexta-feira (23) que o canal do WhatsApp "Exército do Lula" não viola as políticas da empresa. "A análise do Canal à luz das Diretrizes de Canais consta da declaração técnica anexa, que constatou que não há violação das políticas, detalhando as políticas e metodologia para detecção de conteúdo violador. A resposta também endereça os questionamentos sobre preservação de dados; dados disponíveis, encaminhamentos e esclarecimentos sobre inexistênc

A empresa Meta afirmou nesta sexta-feira (23) que o canal do WhatsApp "Exército do Lula" não viola as políticas da empresa.
"A análise do Canal à luz das Diretrizes de Canais consta da declaração técnica anexa, que constatou que não há violação das políticas, detalhando as políticas e metodologia para detecção de conteúdo violador. A resposta também endereça os questionamentos sobre preservação de dados; dados disponíveis, encaminhamentos e esclarecimentos sobre inexistência de serviço pago nesta interface".
A empresa respondeu a um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que deu 24 horas para que a Meta envie um amplo relatório com dados técnicos sobre o canal "Exército de Lula".
Agora no g1
Nunes Marques atendeu a um pedido feito pela campanha do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, que trata da verificação do plano de conformidade assinado pela empresa com o tribunal, que informa medidas adotada para prevenir e mitigar riscos à integridade do processo eleitoral.

Fonte: g1.globo.com

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