Feira de Alimentos Agroecológicos e Artesanatos Divulgação O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país, subiu 0,32% em outubro. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é uma desaceleração em relação a setembro, quando o indicador avançou 0,70%. Com isso, o IPCA-15 passou a acumular um avanço de 4,15% no ano e de 4,62% em 12 meses.

Feira de Alimentos Agroecológicos e Artesanatos Divulgação O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país, subiu 0,32% em outubro. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é uma desaceleração em relação a setembro, quando o indicador avançou 0,70%. Com isso, o IPCA-15 passou a acumular um avanço de 4,15% no ano e de 4,62% em 12 meses. Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O avanço foi puxado principalmente pelo grupo de Alimentação e Bebidas, que registrou uma alta de 0,88% no mês. Segundo o IBGE, oito dos nove grupo de produtos e serviços pesquisados subiram no mês a exceção foi o grupo Habitação, que caiu 0,10% no período. Agora no g1 Veja a variação de cada grupo em outubro Alimentação e bebidas: 0,88%; Habitação: -0,10%; Artigos de residência: 0,28%; Vestuário: 0,53%; Transportes: 0,05%; Saúde e cuidados pessoais: 0,15%; Despesas pessoais: 0,55%; Educação: 0,09%; Comunicação: 0,43%. Alimentação volta a puxar alta dos preços O maior avanço entre os grupos avaliados pelo IBGE ficou com o grupo de Alimentação e Bebidas, que subiu 0,88% no mês. O número representa uma aceleração em comparação a setembro, quando o grupo subiu 0,40%. De acordo com o instituto, o avanço foi puxado pela alimentação em domicílio, que subiu 1,01% em outubro, contra 0,38% do mês anterior. Os principais destaques foram: tomate (24,54%); cebola (13,63%); batata-inglesa (10,96%); e arroz (5,80%). Além disso, comer fora de casa também ficou mais caro: a alta foi de 0,56% neste mês, contra 0,44% em setembro. Nesse caso, o avanço foi puxado por refeição (de 0,38% para 0,61%) e lanche (de 0,44% para 0,66%). Outros grupos também tiveram alta Entre os demais grupos que registraram alta no mês, outro destaque ficou com o de Despesas Pessoais, que subiu 0,55%. Apesar de ser o segundo maior avanço do mês, no entanto, o grupo representa uma desaceleração em comparação a setembro (0,96%). Nesse caso, os destaques foram os subitens cinema, teatro e concertos (4,30%), pacote turístico (2,18%) e empregado doméstico (0,62%). A terceira maior alta ficou com o grupo Vestuário, que avançou de 0,41% em setembro para 0,53% neste mês. Já no grupo Transportes (0,05%), o resultado foi puxado pelo aumento nos preços dos combustíveis, que saíram de 0,22% em setembro para 1,20% em outubro. Entre os destaques, ficaram o óleo diesel (3,70%), o etanol (2,73%) e a gasolina (0,92%). Já o subitem passagens aéreas caiu 9,24%. Gastos com energia elétrica caem em outubro A queda do grupo Habitação foi puxada, principalmente, pelo recuo nos preços da energia elétrica, que passou de 7,42% em setembro para uma queda de 0,89% em outubro. O recuo foi influenicado pela mudança da bandeira tarifária amarela para a verde, que não tem cobrança adicional para os consumidores. O IBGE destaca, ainda, que houve oscilações mais fortes em Fortaleza (-4%), em meio à redução das tarifas por conta da incorporação de recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP) pela Aneel, e em Belém (3,71%), por conta de um reajuste tarifário de 6,63%, vigente desde setembro. Entre os demais subitens do grupo Habitação, destaque também para o gás de botijão, que subiu 1,28% em outubro, e o aluguel residencial, que marcou alta de 0,28%. *Esta reportagem está em atualização.
Fonte: g1.globo.com